Jaipur City Hindu Palace, India 

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Quis voltar alguns passos pra dizer que teu sorriso me doeu, que sua saudação me fez abrir um sorriso enorme desses que doem as maçãs e fazem eu querer me esconder.

Voltar algumas horas pra dizer que eu estaria ali na mesma esquina que meu mau humor esbarrou teus olhos e quase tropecei de embaraço. E dizer o que teu “bom dia” me fez sentir.

Voltar e te deixar saber que estive ali tantas vezes até te notar, que todos os dias passo pelo mesmo lugar e me sento agora no canto de uma cafeteria pra ver se te vejo agora que já fosse notado.

E abrir meu coração pra que ele te mostre a aflição que dá não te encontrar mais. A sua ausência me dói e eu sequer sei seu nome! Me dói e mesmo assim eu continuo vindo aqui um dia após o outro mesmo que isso vá me ferir a alma quando não apareceres.

Ainda assim toda manhã eu volto com o peito cheio de esperança, me esquecendo do quão frustrante é pedir o mesmo café todo santo dia, a ponto do moço já saber meu pedido e se lembrar de meus traços comuns.
E nada de ver-te.

Mas volto, pra ver se algum dia por descuido, troques a rua, erres a esquina e te perca em meio essas vielas que têm todas a mesma cara.

Volto meio sem jeito, pra ver se sem querer descubro teu endereço escrito nas árvores ou se sigo tuas pegadas no chão, se descubro que tens alguém pra ao menos parar de voltar.

Mas, enquanto isso, eu volto.
Pra ver se voltas.

— (Um conto de canto)

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